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Qual é o Nome do Bebê?

Dica de filme bom é o que não falta no nosso canal, e a resenha da vez é de uma história muito divertida e surpreendente. Passa lá pra dar uma olhadinha.

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Filmes para dias preguiçosos

Nada melhor do que passar aquele tempo preguiçoso, com a perna para o ar e a mente tranquila, e não existe melhor companhia para esse momento do que um bom filme. Para evitar que esse dia de preguiça se transforme em um dia de tédio, segue alguns filmes que vale a pena assistir.

Mensagem para você:

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(1998) Joe e Jane trocam e-mails adoráveis sem saber que são concorrentes na vida real, sendo Jane a proprietária de um pequeno estabelecimento e Joe dono de uma megalivraria que pretende levar a falência todos os concorrente do bairro.

Apenas uma vez:

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(2006) Uma amizade despretensiosa entre um músico de rua e uma vendedora de flores gera como resultado uma série de músicas lindas ambientadas em Dublin.

O palhaço:

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(2011) Pai e filho atravessam o país trabalhando como palhaços de um circo e causando gargalhadas por onde passam, mas um deles se cansa da vida na estrada. 

De repente pai:

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(2013) Ex-doador de esperma descobre que é pai de 533 crianças e que essas dezenas de “crianças” querem conhecer o pai biológico.

Já fez a sua escolha? Então agora é só buscar o suco e ajeitar as almofadas. Aproveite!

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Eleanor e Park

Leia ao som de: The Smiths “How Soon Is Now?”

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Para quem me segue nas redes sociais já não é novidade o quanto fiquei encantada com o livro “Eleanor e Park” da Rainbow Rouwell, e não porque é perfeito e lindo como várias histórias de amor, pelo contrário, o que me atraiu totalmente foi a diferença. Diferença nos personagens, na história e no jeito de conta-la.

“Eleanor é a nova garota na cidade, e ela nunca se sentiu mais sozinha. Todas as roupas estranhas, cabelo ruivo caótico, e uma vida familiar cheia de problemas, ela não poderia ficar mais de fora nem se tentasse. Então ela senta no ônibus ao lado de Park. Calmo, cuidadoso e – aos olhos de Eleanor – impossivelmente legal, Park acredita que ficar fora do caminho é o melhor jeito de sobreviver ao colegial. Devagar e instantaneamente, através das conversas tarde da noite e uma grande pilha de fitas, Eleanor e Park se apaixonam. Eles se apaixonam do jeito que sempre é a primeira vez, quando se tem 16 anos, e não há nada e tudo a perder. Ambientado no ano escolar de 1986, Eleanor & Park é engraçado, triste, chocante e verdadeiro, uma viagem nostálgica para quem nunca esqueceu seu primeiro amor.”

Uma dica valiosa é ler o livro ouvindo as músicas que são citadas durante a história, você irá conhecer letras maravilhosas e relembrar algumas bandas que já tinha ouvido a algum tempo.

Dizem por aí que o livro vai virar filme e eu estou realmente rezando para que seja verdade, e que aconteça mais rápido do que eu imagino. Enquanto isso, fico por aqui me deliciando com as ilustrações que estão sendo criadas inspiradas na história. Segue as minhas preferidas:

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Leia também o texto que fiz inspirada pela história: Sem fim 

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“Happy” aprendendo sobre a felicidade

happy-the-movie-page2339Que documentários são interessantes e uma grande fonte de conhecimento todos nós já sabemos. Principalmente quando um documentário serve para nos ensinar sobre aquilo que mais buscamos na vida. A felicidade.

Para nos fazer entender um pouco mais sobre a felicidade o cineasta Roko Belic  reservou 6 anos de sua vida para dirigir e produzir o documentário “Happy” onde conversa com pessoas de diversos lugares do mundo, como Dinamarca, Escócia, Brasil, China, Quênia, Japão, Butão, Índia, Estados Unidos e pesquisadores do tema.

Assuntos mais conhecidos como a relação do dinheiro e a felicidade, ou os benefícios dos exercícios físicos, são tratados juntamente com assuntos menos explorados como interferência dos genes nos nossos níveis de felicidade ou os benefícios de se estar em comunidade para se sentir feliz.

Curiosamente a ideia do tema para o documentário surgiu em uma conversa com o diretor Tom Shadyac, conhecido por grandes sucessos do cinema, como O Mentiroso, Todo Poderoso e O Professor Aloprado. A comparação feita entre o jardineiro do diretor Tom que era mais feliz e satisfeito do que as estrelas de Hollywood, foi um dos motivos que despertou a curiosidade e o interesse de Roko pelo tema felicidade.

Vale muito a pena reservar um tempo para aprender um pouco mais sobre a felicidade, e como estar cada vez mais em companhia dela.

* O filme está disponível pelo NETFLIX,  e também pode ser assistido por um valor simbólico no site oficial do documentário (clique aqui) 

“Com a felicidade, quanto mais você tem, mais todo mundo tem.” (Frase do roteiro do filme)

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O drama de “Valentin”

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É comum vermos filmes com crianças que não tratam exatamente sobre as crianças ou se assim for apresentam um monte de detalhes estereotipados e exagerados, como se todas crianças fossem iguais, pensassem igual e tivessem as mesmas histórias para viver.

Mas ainda bem que não é disso que se trata o filme “Valentin” do diretor argentino Alejandro Agresti.

“1960, Buenos Aires. Valentin (Rodrigo Noya) é um menino de 8 anos que vive com sua avó (Carmen Maura), já que seu pai vive ocupado trabalhando e sua mãe está desaparecida desde a separação de seu pai. Solitário, Valentin divide seu tempo sonhando se tornar um astronauta e ouvindo as histórias contadas por sua avó. Seu grande sonho é que seu pai o leve para conhecer sua mãe, mas ele se irrita só de ouvir a simples menção do nome dela. Valentin passa a acreditar que possa ter enfim uma mãe quando conhece Leticia (Julieta Cardinali), a mais nova namorada de seu pai.”

Além da história ser vista através dos olhos de um menino de 8 anos, o que já é no mínimo interessante, as vezes podemos perceber um certo tom adulto na forma de pensar do garoto, o que torna o filme um pouco cômico e ao mesmo tempo dramático.

Valentin é um grande filme em vários aspectos. A forma como o protagonista narra a história como se estivesse “batendo um papo” faz com que quem assiste se sinta participante da vida dele, mesmo que seja só como observador. Temas como preconceito, política e machismo são tratados de maneira tão leve que nos faz pensar sobre o assunto sem ao menos perceber.

Se você gosta de filme leve e divertido, mas que tem uma lição simples e aplicável de vida, “Valentin” é uma ótima opção.

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Seu clássico favorito novamente nos cinemas

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Se você é apaixonado por cinema e tem a lista de seus filmes clássicos favoritos fique feliz, talvez algum deles esteja na lista de clássicos do cinema da Cinemark.

Depois de “Bonequinha de Luxo”, “Pulp Fiction”, “Grease”, entre outros filmes, o Cinemark já prepara a segunda temporada de “Clássicos Cinemark”. A partir do dia 19 de julho, sábado, a rede continua com programação exclusiva dedicada a obras consagradas do cinema.

Filmes que serão exibidos na segunda temporada do projeto:

O Poderoso Chefão – 19, 20 e 23 de julho

Forrest Gump – O Contador de Histórias – 26, 27 e 30 de julho

Império do Sol – 2, 3 e 6 de agosto

História Sem Fim – 9, 10 e 13 de agosto

Quanto Mais Quente Melhor – 16, 17 e 20 de agosto

Lawrence da Arábia – 23, 24 e 27 de agosto

É bom lembrar que as sessões acontecem sempre aos sábados, às 23h55, domingo, às 12h30 e quarta-feira, às 19h30. Os meus escolhidos da primeira temporada foram ( Pulp Fiction e Bonequinha de luxo) e já tenho os meus escolhidos dessa segunda temporada (O poderoso chefão e Forrest Gump).  E você? Já tem os preferidos ou vai querer conhecer clássicos novos?

Leia ao som de: The Doors ” People Are Strange” (Trilha sonora de Forrest Gump)

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A espontânea “Bonequinha de Luxo”

Quem acha que se trata de um filme de “mulherzinha” está redondamente enganado. Mas é sim, um filme cativante, agradável, romântico e de uma comédia sutil. A história que acontece em um cenário clássico apresenta uma Audrey Hepburn doce, singela e pura, mas com um pitada de malícia e ambição.

Holly Golightly (Audrey Hepburn) é uma garota de programa nova-iorquina que está decidida a casar-se com um milionário. Perdida entre a inocência, ambição e futilidade, ela toma seus cafés da manhã em frente à famosa joalheria Tiffany`s, na intenção de fugir dos problemas. Seus planos mudam quando conhece Paul Varjak (George Peppard), um jovem escritor bancado pela amante que se torna seu vizinho, com quem se envolve. Apesar do interesse em Paul, Holly reluta em se entregar a um amor que contraria seus objetivos de tornar-se rica.

O filme muda um pouco a ideia de que o homem é sempre o insensível quando se trata de relacionamentos. Se a mistura de música boa, figurino elegante e elenco fantástico te segura em um filme, você não vai precisar de mais motivos para assistir esse clássico.

Não da para deixar de sentir uma pontinha de inveja pela forma descontraída e despreocupada que a personagem leva a vida, e ao mesmo tempo odiá-la ao perceber como é fácil como descarta as pessoas e os seus sentimentos.

“Bonequinha de Luxo” que completa 53 anos em outubro, é uma adaptação do livro de Truman Capote e não agrada apenas as mulheres apaixonadas, mas a todos que estão dispostos a rir das situações complicadas que uma pessoa decidida pode se encontrar.

Se ainda não viu, segue o trailer, para já ir entrando no clima:

 Paul Varjak (personagem do filme): Você acha que é uma criatura livre e selvagem e morre de medo que alguém te ponha em uma jaula. Bem querida, você já está em uma jaula. Você mesma a construiu. Está onde quer que você vá. Não importa para onde você corra, está sempre encontrando consigo mesma.

Leia ao som de: Audrey Hepburn “Moon River”