Resenha | KINGSMAN 2 – O CÍRCULO DOURADO

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Desde quando eu nem sabia que teria um segundo filme, Kingsman já era considerado um filme de exageros e cenas de ação empolgantes. O primeiro filme do que agora virou uma franquia, Kingsman – The Secret Service (2014) foi bom, mas agora tenho certeza que eles acertaram em apostar em uma continuação.

Após um ataque ao Quartel General da Kingsman, a equipe remanescente vê como única opção procurar ajuda da organização de espionagem Statesman, que é como uma versão americana da agência Kingsman. Lá eles vão trabalhar juntos contra a responsável pelo ataque, que também é a maior traficante dos Estados Unidos e está tramando para se tornar mais conhecida e poderosa.

Esse é daqueles filmes que a gente não pode levar muito a sério, e é exatamente isso que faz a experiencia de assistir muito mais divertida.

O elenco além de ter alguns atores do primeiro filme ( Taron Egerton, Mark StrongSophie Cookson) dessa vez trouxe junto alguns outros rostos conhecidos como: Julianne Moore, Channing TatumHale Berry e o maravilhoso Pedro PascalPedro Pascal que a gente já conhece bem da atuação na série NARCOS. Geralmente não gosto de filmes que apostam em elenco com muitos atores famosos, tenho a sensação que o diretor precisa se preocupar muito em dar espaço para todos os atores brilharem e fica faltando um pouco de atenção no roteiro. Mas para esse tipo de filme adimito que funcionou bem.

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Um pouco mais que no primeiro, esse filme apostou bastante na comédia e incluiu personagens que existiam apenas para nos fazer rir. Um exemplo disso é a participação do cantor Elton John que não foi pequena e traz muita leveza e cenas engraçadissimas.

Dessa vez as cenas fortes e até mesmo nojentas vieram com mais força, e junto com elas as cenas exageradas e caricatas que a gente adora, principalmente quando sabe que aquilo seria imposível na vida real. A motivação da vilã e a crítica social atrelada a isso é muito mais convincente e eu particularmente gosto muito mais dessa mulher elegante e  louca do que do esquisito da lingua presa que foi interpretado pelo Samuel L. Jackson no primeiro Kingsman.

O que continua bom são as cenas de luta que além de lindas e bem coreografadas, são claras e a gente consegue ver e entender cada soco que acontece (cenas de luta escura e com milhões de corte a agente deixa para os super heróis).

Muito mais do que um filme de ação, Kingsman –  O círculo dourado é um filme divertido e deve ser apreciado assim. Talves não seja necessário mais um filme, sou do time que acha que não se mexe com o que está bom, mas se o proximo vier no mesmo tom, eu vou com certeza querer conferir.

 

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