“A Batalha do Apocalipse” – Resenha do livro

Leia ao som de: Handel – Messiah ” Allelujah Chorus”

Há muitos e muitos anos, o paraíso celeste foi palco de um terrível levante. Um grupo de anjos guerreiros, amantes da justiça e da liberdade, desafiou a tirania dos poderosos arcanjos, erguendo armas contra seus opressores. Expulsos, os renegados foram forçados ao exílio, e condenados a vagar pelo mundo dos homens até o dia do Juízo Final.

Mais eis que chega o momento do Apocalipse, o tempo do ajuste de contas. Único sobrevivente do expurgo, o líder dos renegados é convidado por Lúcifer, o Arcanjo Negro, a se juntar às suas legiões na Batalha do Armagedom, o embate final entre o céu e o inferno, a guerra que decidirá não só o destino do mundo, mas o futuro do universo.

Das ruínas da Babilônia ao esplendor do Império Romano, das vastas planícies da China aos gelados castelos da Inglaterra Medieval, A Batalha do Apocalipse não é apenas uma viagem pela história humana: é também uma jornada de conhecimento, épico empolgante, repleto de lutas heroicas, magia, romance e suspense.

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Contra-capa da edição independente NerdBooks, por Harald Stricker

Não sei se acho o livro fascinante ou exagerado, uma confusão de sentimentos me toma ao tentar explicar a experiência que é conhecer essa história. Logo nas primeiras páginas é fácil perceber que a intenção do autor é criar um mundo novo, só dele e que abriria espaço para várias outras histórias e livros que ainda estariam por vir.

Por se tratar de um livro grande ( 568 páginas não é para qualquer história), muitas vezes me peguei pensando se conseguiria chegar ao final. A vida do personagem principal cobre um espaço de tempo muito grande e algumas vezes é contada através de “FlashBaks” que são partes excelentes, mas que me distanciava um pouco da ideia central.

Todos os personagens são muito completos e bem explicados, mas a quantidade de nomes e “apelidos” ( Amael = Senhor dos vulcões), me causou um certo tipo de confusão no momento da batalha final, já que quase todos os personagens e seus vários “nomes” estavam sendo citados ali.

A forma como o autor justifica cada profecia ou conto escrito na bíblia é de se admirar. Acredito que se não fosse escrito como um livro de ficção, mas como um livro sagrado, provavelmente já seria uma religião com vários seguidores.

Admito que minhas expectativas estavam muito altas, portanto não foram alcançadas. Não é o melhor livro que já li, mas está entre os meus livros de fantasia preferidos, e esses não são muitos.

Mesmo não estando tão apaixonada quanto o esperado, fico aqui desejando que essa história se transforme em uma super produção de Hollywood para que a gente tenha a oportunidade de ver esse mundo maravilhoso que Eduardo Spohr criou aparecendo nas telas.

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2 comentários sobre ““A Batalha do Apocalipse” – Resenha do livro

    • É como eu disse, ele estava criando um mundo e desse mundo já surgiu uma trilogia e provavelmente vai surgir outros livros games e filmes, acho que por isso ficou informação demais na primeira história. Mas eu respeito muito o trabalho dele.

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